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O Meu Grandemercado

Barato, Alojamento (Geres) Casa das Nascentes em Braga

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Nº anúncio:
7493
Preço:
€ 45,00
Data:
02-05-2009
Visto:
20002 vezes
Tipo:
Aluga-se
Anunciante
Nome:
Moises Costa
Telefone:
919811646
Localização:
Braga, Vieira do Minho
Descrição

- Bungalow com 2 quartos, cozinha, sala, casa de banho com duche (possibilidade aluguer apenas a um casal), completamente privada e na natureza

- Estúdio com kitchenet para 2 Adulos com tv e dvd, casa de banho com duche

- Casa quatro ou cinco quartos para grupos

- Preço desde 15€ pessoa na opção casa 5 quartos

- Localização:
- 10 minutos praias fluviais da Caniçada, Rio Caldo
- 15 minutos da Vila do Gerês
- 20 minutos cascatas
- 20 minutos Campo Gerês
Parque Nacional da Peneda-Gerês
O Parque Nacional da Peneda-Gerês compreende mais de setenta mil hectares de território protegido, que abrange as serras Amarela, do Gerês (a mais conhecida) e da Peneda. A paisagem é tão variada que depressa se compreende que o ponto de convergência é, muito simplesmente, a necessidade de protecção desta área. O lírio do Gerês e a víbora de Soane são as raridades que dificilmente encontraremos, mas que comprovam a especificidade – e fragilidade – da área. Com a forma de uma Lua minguante, o Parque é mais verde e frondoso no centro e mais seco e dramático nos extremos.
Percursos pelo Gerês
Em São João do Campo visite o Museu Etnográfico de Vilarinho das Furnas, criado para manter bem viva a memória da povoação que ficou submersa sob a barragem de Vilarinho das Furnas há mais de 30 anos.
Aproveite também para percorrer as ruas estreitas da aldeia, com casas de granito e muitos exemplares de arquitectura popular como eiras, espigueiros e moinhos.
O paredão da barragem de Vilarinho das Furnas permite agora a passagem para outros destinos, como Ponte da Barca e Lindoso, através de uma estrada de bom piso, embora estreita e sinuosa, que sobe até Brufe. Continue depois para Germil, num cruzamento à direita bem sinalizado, terra de espigueiros bem antigos.
A descida de Germil para as margens do rio Lima é trabalhosa, mas a vista compensa. A via cruza a vertente oeste da serra Amarela até Entre Ambos-os-Rios. Antes disso vai encontrar uma saída à direita para a aldeia de Ermida, no topo da qual se situa a curiosa aldeia de Vilhares. Um desvio que custa sempre um ou mais rolos fotográficos, mas vale bem a pena.
De regresso à estrada principal, chegando a Entre Ambos-os-Rios é altura de tomar a direcção do Lindoso. Esta aldeia fica na margem esquerda do rio Lima, perto do local onde este entra em Portugal. Não admira que aqui fosse construído um castelo que defendesse esta zona-chave da fronteira.
Certamente que não deixará de visitar as Caldas do Gerês, já que foi para aquelas bandas. Sugerimos que, quando lá estiver, suba ao Miradouro da Pedra Bela, que lhe oferece uma vista de sonho sobre os vales do Gerês e do Cávado. Daí, rumo a Fafião – é só descer das Caldas até às pontes de Rio Caldo, seguindo depois a direcção de Chaves/Vieira do Minho, até encontrares a EN103, na qual deverá tomar a saída para Chaves, à tua direita.
Na barragem de Salamonde, passe para a margem direita do Cávado e suba à aldeia de Fafião, já no concelho de Montalegre, nem que seja só para ver o Fojo do Lobo, uma armadilha ancestral de pedra para caçar os ditos. Trata-se de uma estrutura em pedra que afunila e desce pela encosta do monte, rodeada de vegetação intacta, para o lobo não desconfiar que estava a ser guiado para a morte.
No final do caminho, a surpresa: um poço com cerca de três metros de altura! Ora aqui está um bom exemplo do engenho das populações. Pena é que servisse este propósito, já que os lobos estão seriamente ameaçados de extinção para estes lados.
Continue para leste, paralelamente ao Cávado. Passados seis quilómetros, siguae pela direita, na direcção de Venda Nova e Misarela. Mais quatro quilómetros volvidos e é tempo de desceres até ao Cavado, para o atravessares junto à central eléctrica. A meio de uma longa subida deverá cortar à direita para Sidrós, aldeia onde encontrarás indicações q.b. para chegar à Ponte da Misarela, rodeada de penhascos que parecem belos a uns e assustam outros.
Conta a lenda que esta construção se deve à obra do Diabo, que a criou para ajudar um bandido em fuga, e à obra de um frade, que ali a eternizou ao benzer o mesmo criminoso, enquanto este a atravessava, na tentativa de salvar a sua alma.
Lagoas no Parque Nacional da Peneda-Gerês
Lagoas de albufeira, como a da Caniçada, são espelhos de água abundantes e tomam um azul penetrante em dias de sol, debruadas a linhas de água quase brancas, reflectindo a imagem dos montes verdes, polvilhados pelos amarelos e rosas intensos da urze e do tojo. No Inverno, os planaltos são a nossa pequena Patagónia, despidos de cores intensas, uma cortina de picos cinzentos a fechar o horizonte. Os regatos mais finos congelam, a geada e a neve pintam a paisagem de branco e cinzento; ou então, em dias mais húmidos, um nevoeiro opaco pousa nos vales, transformando os cumes graníticos das montanhas em ilhas de Avalon, de onde chegam, em eco, os sons vagos das aldeias: ladrar de cães, assobios de pastores, sinos de igreja. Garranos passam em pequenos grupos por entre arbustos e penedos, somem-se nos bosques de pinheiros, carvalhos e bétulas como unicórnios lendários. Vivem em liberdade, tal como as pequenas vacas montanheiras de olhar inteligente, perna curta e cornos longos, que vão pastando por onde lhes convém. E há ainda o cão de Castro Laboreiro, fiel e selvagem, de cores miméticas e dentes aguçados contra os lobos mais atrevidos. Estes têm sido os companheiros do homem, que já povoa a zona desde tempos imemoriais: a anta do Mezio, a estátua-menir de Ermida, a jeira romana e os seus marcos miliários, o castelo de Castro Laboreiro, que data do século XI e o de Lindoso, do século XIII, são algumas das marcas deste longo caminho. A abundância de água é em muito culpada disso: ela jorra de fontes e em cascatas, como a bela cascata do Arado, desce socalcos, faz rodopiar pedregulhos que cavam buracos redondos nos penedos maiores e acabam em posições estranhas nas margens de rios e no meio de lagos.
Verde e cinzento são as cores do Gerês. E há três sítios mágicos, entre muitos outros, que vivem dessas cores: o Castelo de Castro Laboreiro, a Mata de Albergaria, perto das Caldas do Gerês, e o Mosteiro de Sta. Maria das Júnias, na aldeia de Pitões das Júnias. Três lugares encantadores e encantados, onde podemos deixar sonhos e imaginação completar a beleza da paisagem. Castro Laboreiro
O castelo de Castro Laboreiro é um magnífico exemplo do aproveitamento humano de uma enorme fraga, numa boa posição defensiva e com um panorama de uma força extraordinária: de um lado levantam-se, em sequência, três montes, e os telhados das aldeias aparecem transformados num pontilhado minúsculo; do outro, uma verdadeira muralha natural, feita de esteios de granito esculpidos numa amálgama inexpugnável, fecha o horizonte. O que foi feito pelo homem e pela natureza confunde-se na perfeição: as ameias são penedos e a entrada é deles feita e neles talhada, com encaixes cimentados pelo tempo. A rudeza do enquadramento reaviva imagens de batalhas, a dureza do granito cinzento e seco relega o verde dos lameiros e campos de milho para os campos à volta da aldeia, bem lá no fundo.
Lamas de Mouro Na Mata de Albergaria, a paisagem é menos agreste e a rudeza das fragas está vestida por um bosque de beleza excepcional. As árvores, uma amálgama de espécies mediterrânicas e outras mais próprias do Norte da Europa, levantam-se de um chão musgoso, de um verde húmido, ou de um colchão de fetos gigantescos. É uma floresta encantada, por onde os raios de sol entram filtrados por folhas de um verde transparente, ou nem sequer entram… Morada de duendes, sem dúvida, lugar de fadas com banda sonora de água e pássaros.
Em certos lugares, o rio Homem cavou piscinas arredondadas, poços profundos onde também a água é verde ou azul, conforme a luz. Libélulas azuis e sapos castanhos são visitantes de Verão, neste lugar onde os humanos só penetram a pé. Santa Maria das Júnias O mosteiro de Santa Maria das Júnias só se revela a quem o procura. Entretido com a estrada, com a aldeia, o passante terá de dirigir-se a um lugar com o promissor nome de Anjo, de onde se desfruta um belo panorama. À direita passa uma levada e à esquerda descemos para uma primeira visão, de cima para baixo, sobre o telhado e a mimosa entrada da igreja românica, único edifício completo deste mosteiro da Ordem de Cister abandonado no século XIX. O conjunto possui a dose exacta de ruína e edifício intacto. Animais de pedra (carneiros?) decoram uma parede lateral, sobras de um claustro levantam-se do lado oposto. Ermitério místico escondido numa prega dos montes, lugar propício ao exercício de qualquer espiritualidade, este é, também, um lugar de rara beleza, onde a pedra se converteu em fé.
Fonte: www.almadeviajante.com

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Informação sobre Vieira do Minho
Vila e sede de concelho com 21 freguesias, Vieira do Minho ergue-se a sul do Gerês, abrangendo uma parte da área do Parque Nacional Homónimo. A norte e a leste é limitado pela Serra da Cabreira. É um paraíso natural onde, tanto se encontram o sobreiro, o medronheiro, o carvalho e o vidoeiro, como, graças a uma longa tradição de gestão florestal, o pinheiro bravo, o castanheiro e o carvalho..., ler mais no lifecooler.